terça-feira, 25 de outubro de 2016


                                       INTRODUÇÃO A  FILIPENSES
FILIPOS
A primeira menção que o Novo Testamento faz de Filipos se encontra em At 16.12. Nesse texto, lemos que se tratava de uma importante “cidade da Macedônia, primeira do distrito e colônia”, evidentemente romana. O seu nome primitivo havia sido Krênides, que significa “lugar das fontes”, mas, quando em 360 a.C., o pai de Alexandre Magno, o rei Filipe II da Macedônia, conquistou a cidade, trocou aquele antigo nome pelo seu próprio.
Filipos estava situada sobre a célebre “Via Egnatia”, que ligava Roma com a Ásia Menor. Elevava-se a uns 12 km da costa norte do mar Egeu, junto ao limite da região macedônica com a da Trácia. Submetida a Roma desde o ano 167 a.C., a partir de 31 a.C., com a categoria de colônia e por regulamentação do césar Otávio Augusto, gozou dos privilégios e direitos que as leis do império outorgavam às cidades romanas.

A IGREJA DE FILIPOS
A Epístola aos Filipenses (Fp), junto com a dirigida a Filemom, é a mais pessoal das que possuímos do apóstolo Paulo. É também o testemunho de um sentimento de alegria e de mútua gratidão: de Paulo para com os filipenses, que o haviam socorrido em momentos muito difíceis para ele; e dos filipenses para com Paulo, agradecidos pelo trabalho que havia realizado entre eles.
Desde os primeiros contatos até a redação desta carta haviam-se passado vários anos. Aqueles encontros iniciais, que deram origem a um estreito relacionamento fraternal (Fp 1.3-8; 4.1), ocorreram durante a segunda viagem missionária de Paulo, depois de ele ter percorrido o interior da Ásia Menor, desde a Cilícia, situada a sudeste da península, até Trôade, situada a noroeste.
Em Trôade, acompanhado de Silas, Timóteo e seguramente também de Lucas, Paulo embarcou rumo a Neápolis, porto do Norte da Grécia. Dali, se dirigiu a Filipos, onde não se deteve muito tempo, ainda que o suficiente para fundar uma igreja, a primeira nascida em solo europeu. Essa comunidade cristã era formada, na sua maior parte, por pessoas que haviam passado do paganismo ao Judaísmo (ver, p. ex., o caso de Lídia, de Tiatira, At 16.14-15), as quais se reuniam para o culto fora da cidade, junto ao rio, onde estava o seu “lugar de oração” (At 16.13).

LUGAR E DATA DE REDAçãO
Não há unidade de opinião sobre o lugar e a data em que Paulo escreveu a carta. Há aqueles que opinam que a enviou de uma prisão em Éfeso, o que permitiria apontar como data provável os anos 54 a 55. Nesse caso, a carta teria, como de fato tem, um marcante caráter de agradecimento aos cristãos de Filipos, os quais, ao saber da prisão do apóstolo, haviam decidido mandar-lhe alguns auxílios como expressão de amor e solidariedade fraternal (4.18). Por outro lado, se a menção da “guarda pretoriana” (1.13) for interpretada como uma referência ao palácio imperial, poderia ter maior apoio a hipótese que localiza a prisão em Roma (At 28.16-31). Nesse caso, a carta teria sido escrita nessa cidade, no ano 63.

CONTEúDO E ESTRUTURA
A epístola não tem uma clara estrutura doutrinária. Mais parece responder a fortes sentimentos pessoais do que ao propósito de oferecer um texto bem planejado e teologicamente articulado. Não obstante, há nela profundos pensamentos junto a conselhos e ensinamentos práticos para a vida dos cristãos e para a marcha da igreja em conjunto.
Desde a ação de graças inicial (1.3-11), duas notas predominam na epístola: a alegria que caracteriza uma fé madura e o amor de Paulo pela igreja de Filipos. Essas notas são, sem dúvida, uma bela lição de esperança, repartida pelo autor em meio às penalidades físicas e morais da sua prisão.
O corpo principal da carta (1.12—4.20) transcorre entre um prólogo cheio de expressões entranháveis (1.1-11) e um epílogo revelador da generosidade dos filipenses (4.21-23). O texto se desenvolve em uma variada sucessão de temas e motivos de reflexão:
(a) 1.12-26: Paulo dá testemunho de que inclusive a prisão oferece oportunidades de anunciar o evangelho (1.12-14). E reflete sobre o seu ministério apostólico, ao qual continuará consagrado “quer pela vida, quer pela morte” (1.20), enquanto não chegar a hora “de partir e estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor” (1.23). Porque para Paulo “o viver é Cristo, e o morrer é lucro” (1.21).
(b) 1.27—2.18: Esta passagem contém uma declaração fundamental da fé cristã: um hino (2.5-11) dedicado ao Filho de Deus pré-existente e eterno, Cristo Jesus: ele, “subsistindo em forma de Deus... tornando-se em semelhança de homens... a si mesmo se humilhou... até à morte e morte de cruz”. Pela sua obediência, “Deus o exaltou sobremaneira”, para ser reconhecido e adorado universalmente como Senhor.
(c) 2.19-30: Segue uma referência pessoal a Timóteo e Epafrodito, colaboradores do apóstolo. Ao primeiro, espera enviar logo a Filipos (2.19), e, sobre o segundo, explica o porquê de tê-lo enviado já (2.25-30). Além do mais, ele também acredita estar logo em condições de visitar os crentes da cidade (1.19; 2.24).
(d) 3.1—4.1: Faz também uma enérgica chamada de atenção à presença em Filipos de “muitos... que são inimigos da cruz de Cristo” (3.18). Parece certo de que também haviam chegado alguns mestres judaizantes à Macedônia que, com a sua insistência em manter vigente a lei de Moisés e especialmente a prática da circuncisão, perturbavam a fé dos cristãos de origem gentílica.
(e) 4.2-9: A alegria da salvação há de ser uma constante na vida do cristão (4.4). Paulo exorta os crentes a confiar plenamente no Senhor, que está perto (4.5) e a pensar e atuar de maneira sempre digna de louvor (4.8).
(f) 4.10-20: Insiste em manifestar o seu agradecimento pela solicitude com que os filipenses o haviam atendido em diversas ocasiões, em momentos de tribulação quando outros pareciam ter-se esquecido dele (4.15).
Alguns supõem que originalmente foram duas as cartas de Paulo à igreja de Filipos, depois reunidas em uma, porque na estrutura atual da carta tem-se observado, em certas passagens, uma brusca ruptura da conclusão de idéias: (2.19; 3.1b-21; 4.2 e 4.10). O certo é que o texto da carta é caracteristicamente paulino, tanto do ponto de vista estilístico como de vocabulário.

ESBOçO:
Prólogo (1.1-11)
1. O evangelho de Cristo também cresce na prisão (1.12-26)
2. Exortação à unidade (1.27—2.18)
3. Os valorosos colaboradores do apóstolo (2.19-30)
4. Advertências contra falsos mestres (3.1—4.1)
5. Exortações (4.2-9)
6. Agradecimento pela ajuda dos filipenses (4.10-20)
Epílogo (4.21-23)

                                             INTRODUÇÃO A EFÉSIOS

Mais do que uma carta, a Epístola aos Efésios (Ef) é um escrito doutrinário e exortatório, que revela no seu autor fundamentais interesses pedagógicos e pastorais. É uma reflexão sobre a Igreja, vista como Corpo de Cristo (1.22b-23; 4.15-16. Cf. Cl 1.18), e um sólido ensinamento sobre a salvação que Deus oferece aos pecadores (2.4-9).

ÉFESO
Desde o ano 133 a.C., com uma população próxima a meio milhão de pessoas, Éfeso era a capital da província romana da Ásia e residência oficial do governador. Estava situada em um lugar privilegiado da costa do Mediterrâneo, com um porto de muito tráfego e uma importante via de comunicação com o interior da Ásia Menor. Contribuía para aumentar o prestígio da cidade o culto à deusa Diana, em cuja honra se havia erigido um templo em Éfeso, ao qual devotos de “toda Ásia e o mundo” (At 19.23-41) acudiam em peregrinação.
O Livro de Atos faz referência a duas visitas de Paulo a Éfeso. A primeira foi breve (At 18.19-21), mas a segunda se prolongou “por três anos” (At 19.1—20.1,31), um período cuja duração indica a importância da obra missionária realizada ali.

PROPóSITO
As freqüentes alusões que o apóstolo faz, em outras epístolas, a Éfeso ou a pessoas relacionadas com essa cidade revelam estreitos laços de trabalho e afeto que o uniam à comunidade cristã estabelecida ali (cf. 1Co 15.32; 16.8; 1Tm 1.3; 2Tm 1.18; 4.12). Contudo, na presente epístola, nota-se uma ausência quase total tanto de nomes próprios (exceto Tíquico, citado em 6.21) como das saudações pessoais que são habituais nos escritos paulinos. Isso leva a pensar que se trata mais de uma espécie de carta circular dirigida a diversas congregações.
O pensamento em torno do qual se estrutura a Epístola aos Efésios é a unidade da Igreja e de toda a criação sob o governo de Cristo ressuscitado (1.20-22a), pois vão “convergir nele, na dispensação da plenitude dos tempos, todas as coisas, tanto as do céu como as da terra” (1.10). Este é o propósito de Deus, mantido no oculto da sua sabedoria (3.10), o qual agora há de ser revelado universalmente por meio da Igreja (3.10-11).

CONTEúDO E ESTRUTURA
O texto da carta é formado por duas seções principais. A primeira (1.3—3.21), de caráter doutrinário, se apresenta após algumas palavras iniciais de saudação (1.1-2). A segunda (4.1—6.20) contém uma série de exortações para se viver de acordo com a vocação e a fé cristã. Por último, um breve epílogo põe ponto final à carta (6.21-24).
A seção doutrinária começa com um louvor a Deus (1.3-14), que nos escolheu em Cristo “antes da fundação do mundo” (v. 4) e “nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo” (v. 5). Essa eleição e destino pertencem ao “mistério da vontade” divina, agora manifestado, de que tanto judeus como gentios são chamados a participar dos benefícios da redenção (1.9; 2.11-22).
Em uma oração de gratidão e súplica pela fé e pelo amor dos efésios (1.15-23), Paulo evoca a grandeza do poder de Deus (1.19) e o senhorio único e definitivo de Jesus Cristo, cabeça da “igreja... plenitude daquele que a tudo enche em todas as coisas” (1.22-23).
O cap. 2 recorda aos leitores que, ainda que antes estivessem mortos nos seus “delitos e pecados” (2.1-3), agora são salvos pela graça (2.5) e fazem parte de um povo único, no qual não há diferenças de classe nem inimizade de raça (2.14-16), pois todos nele pertencem à família de Deus (2.19-22).
O mistério da salvação dos não-judeus foi revelado pelo Espírito aos santos apóstolos e profetas de Cristo (3.5). E também o foi a Paulo (3.3), ministro como eles, escolhido por Deus para anunciar o evangelho aos gentios (3.8).
Na segunda seção, o apóstolo exorta a “preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz” (4.3-6), o que em nada se opõe à diversidade dos dons espirituais que devem estar sempre presentes na Igreja (4.7-16; cf. 1Co 12).
A vocação cristã há de manifestar-se na renovação profunda da pessoa, com o abandono dos antigos hábitos perniciosos e fazendo conciliar pensamentos, palavras e atitudes com a realidade da nova vida em Cristo (4.22-24). Os princípios do Espírito: “bondade, justiça e verdade” (5.9) devem governar o coração dos crentes e dirigir todos os seus relacionamentos humanos: de esposas e esposos, de pais e filhos e inclusive de senhores e escravos (5.21—6.9).
Particularmente importante é a passagem de 5.21-33, onde o autor estabelece um paralelismo entre a unidade essencial de Cristo e a sua Igreja e a figura do matrimônio.
A seção conclui com uma exortação a lutar contra o mal. A indumentária e as armas do soldado inspiram a Paulo a figura militar que achamos em 6.10-20, com a qual, mais uma última nota de despedida, termina o corpo central da carta.

DATA E LUGAR DE REDAçãO
Como ocorre com outros textos epistolares do Novo Testamento, também não há unanimidade de critério sobre a data e o lugar de redação dessa epístola, incluída no grupo das chamadas “da prisão” (ver a Introdução às Epístolas) por causa do testemunho do autor sobre a sua situação pessoal (3.1; 4.1). Tendo presente essa clara referência ao seu cativeiro, se tem pensado que a carta foi escrita em Roma, entre os anos 60 e 61 d.C.
Por outro lado, Efésios oferece algumas peculiaridades literárias de vocabulário e de perspectiva teológica que a diferenciam dos demais escritos paulinos, com exceção da Epístola aos Colossenses, com a qual tem muitas afinidades em temas, conceitos e expressão.

ESBOçO:
Prólogo (1.1-2)
1. A Igreja é criação de Deus em Cristo (1.3—3.21)
a. O plano de Deus preparado desde a eternidade (1.3-23)
b. Salvação por graça, em Cristo, para toda a humanidade (2.1-22)
c. Paulo constituído apóstolo para os gentios (3.1-21)
2. A Igreja foi criada para produzir boas obras (4.1—6.20)
a. A unidade mediante a diversidade de dons (4.1-6)
b. Nova vida em Cristo (4.7—5.21)
c. A relação entre Cristo e a família cristã (5.22—6.9)
d. As armas espirituais do cristão (6.10-20)
Epílogo (6.21-24)
Jesus Vem, ascenda sua luz! 
Ele vem... Ascenda sua luz!
Mc.6: 45-52 e Mt.14:24.

Havia tempestade para que Jesus fosse revelado como Deus para seus discípulos, pois andavam com Ele mas não o conheciam como Deus, viam o que Ele fazia mas não o reconhecia. Enquanto que a multidão o reconhecia se este enviado de Deus.

 Bartimeu - A mulher sirofenícia-grega -
v
v A mulher do fluxo de sangue- Maria do alabastro perfumado-

Todas essas pessoas também tiveram o barco de suas vidas envolto a tempestades, mas não temeram o naufrágio, antes clamaram àquele que pode todas as coisas, e que não ia deixar que o mar da vida os afogassem o grande Eu Sou, o salvador.

Hoje, o povo de Deus está como os discípulos de Jesus , vivem com seu mestre sabem o que ele é e faz para aqueles que o amam e o ser vem e temem o que será do barco de suas vidas, esquecendo-se de que ali esta o grande Eu Sou, enquanto que mais uma vez a multidão novamente clama reconhecendo Cristo como Deus em nós Rm 8:18, eles enxergam em nós o poder que temos no nome de Jesus enquanto que parece que nós, o povo autorizado a usar esse nome não temos nem o conhecimento do poder que estar conosco . Col.1:27

Deus que se revelar em nós, precisamos ir ao monte da transfiguração em nosso coração, nesse monte só pode subir que desce de si mesmo para recebermos do Pai a verdadeira imagem de Cristo em nós, para que conhecendo-o como a expressão exata do Pai, prossigamos em continuar sua obra através do seu Espirito ...Ele não está morto, Ele vive em nós, e esse mistério ficou a critério da igreja revelar ao mundo! MULTIDÕES CLAMAM NO VALE DA DECISÃO para que em nós seja revelado a sua esperança, mas, precisamos descer até a casa do oleiro para que na unção de Deus possamos fazer o povo atravessar o vale e passar pelo meio do mar da salvação.

Os montes se tremem, as nações gritam e na terra está se dissolvendo, e está prestes a acontecer uma grande desolação na terra (Sal. 46)os homens estão ficando cada vez mais inquietos por que têm descoberto tantas coisas e não sabem como para grande destruição, mas precisamos como povo de Deus se aquietar e confiar que o que está ocorrendo é porque o nosso Deus está mostrando a toda a terra que SÓ ELE É DEUS E NINGUEM MAIS, e que depois de todas estas coisas, aqueles que creram e amaram ao seu senhor em tempos difíceis e de tribulação, herdarão um novo céu e uma nova terra, porque o que vemos agora, será destruído e abalado pelo poder do Rei da glória.

Quando o Messias veio ao mundo pela primeira vez, fora anunciada a sua chegada através dos profetas e que teve como sinal uma grande estrela...A ESTRELA DA MANHA, que brilhou em altos céus fazendo anjos descerem a terra para que a gloria de Deus, o brilho fosse visto na terra como é visto no céu, este é o sinal do maior milagre do universo, onde Deus se transformou em um homem mortal o infinito se colocou dentro do finito, tesouro em vasos de barro para ficar igual a nós, seres mortais por causa do pecado, pecado esse que ele nunca teve, mas se humilhou a isso para poder experimentar a morte, porque sendo Deus não podia morrer porque a vida está nele, mas feito homem, morrer e ressuscitar para deixar dentro de nós o poder de nos transformar de volta a sua imagem, o reflexo do Pai, assim como Jesus foi e É.

Mas para isso ele confiou o barco de sua vida ao Pai, não se importou em ver seus pés submersos da terra e ficou pendurado, suspenso numa cruz entre a terra e o céu pois confiava ele que nesta posição o inferno estava debaixo dos seus pés, e assim, colocou o brilho da vitória, a Estrela da Manhã, ele mesmo em nosso coração manifestando a Luz da vida para o homem pecador.

Mas o que temos feito? Em cada vento da vida, basta-nos sentir um pouco de vento forte em nosso rosto, já tememos e começamos a omitir a sua luz em nosso rosto, temos apagado esta luz em nós porque começamos a navegar na vida com o farol que nos guia desligado e sabemos que precisamos dele iluminado para nos guiar ao outro lado onde onde multidões nos esperam para também encontrarem o CAMINHO DA VIDA eterna.

Desperta Igreja...Diz o Espírito Santo’de Deus!

Ë hora de despertarmos do sono, porque nossa salvação está agora mais perto, Rm 13:1, Quem tem ouvidos para ouvir, que ouça.

Os sinais estão se cumprindo, o amor esfriando a natureza gritando e sofrendo abalos por causa do pecado do homem, e Jesus nos alertou em sua mensagem que este seria um dos sinais que precedia a sua volta, tudo isso é a trombeta do Anjo avisando a sua volta, e a igreja precisa está acordada para ver a chegada do noivo, mas, a igreja parece está entorpecida como nos dias de Noé que tudo parecia indiferente ao que a trombeta na boca de Noé avisava, continuavam suas vidas como se o dia do dilúvio nunca fosse chegar, e que achavam que Noé era um louco...Paulo falou que Deus salva os crentes porque prega essa loucura para os homens que se perdem, mas para nós, isso é a salvação de Deus em mistério.

A igreja têm se embriagado com o mesmo vinho que o mundo oferece, vinho servido em taças de ira e discordia, mas Ele derramou o amor em nós...aleluias e vamos viver esse amor, O Senhor pede para que a igreja seja cheia do vinho novo que Deus derramou da taça do céu para nós, o vinho que Davi bebia até transbordar de alegria o coração (Sal. 23) e Jesus disse: quem tem sede, venha a mim e beba...Ele é o nosso vinho novo, aleluias, vinho da videira de Deus.

Que o óleo da alegria que é gerado em nós através do sabor do vinho não venha a faltar nas nossas mente(cabeça) Ecl. 9:8.

Está perto da trombeta dos acontecimentos cessarem e toda a terra reverenciar perante o brilho do grande Rei Jesus e ouviremos o Arcanjo gritar: Aí vem o noivo! E a igreja deve está preparada como um diadema de luz para coroar de brilho e glória o seu esposo e Rei (Is. 62:3)... Ascende noiva a sua candeia (Mat.25) que arde de amor o coração do noivo amado e mostra a ele o cheiro do perfume dele em você! Até que venha a queimar o incenso de amor e inunde o mundo. Por que ele vem com fogo nos olhos de tanta paixão pela sua noiva amada porque o coração d`Ele queima e deseja vê-la sentada como rainha ao seu lado em uma aliança eterna de amor porque foi com amor eterno que ele nos amou.