domingo, 30 de outubro de 2016



Era uma vez uma menininha chamada Mariana. Ela ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas. No dia seguinte, Júlia sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar.Mariana não podia, pois iria sair com sua mãe naquela manhã.

Júlia então, pediu a coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio.Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial.

Ao voltar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão.Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada.Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou:

'Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo? Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão.Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria, ir ao apartamento de Júlia pedir explicações.

Mas a mãe, com muito carinho falou assim:
'Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama em sua roupa? Ao chegar em casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou. Você lembra o que a vovó falou?

Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro.Depois ficava mais fácil limpar. Pois é, minha filha, com a raiva é a mesma coisa.Deixa a raiva secar primeiro. Depois fica bem mais fácil resolver tudo.

Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu seguir o conselho da mãe e foi para a sala ver televisão. Logo depois alguém tocou a campainha.Era Júlia, toda sem graça, com um embrulho na mão.Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:

'Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente? Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado.Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você.Espero que você não fique com raiva de mim.Não foi minha culpa.'

'Não tem problema, disse Mariana, minha raiva já secou.'
E dando um forte abraço em sua amiga,tomou-a pela mão e levou-a para o quarto para contar a história do vestido novo que havia sujado de barro.

Nunca tome qualquer atitude com raiva. A raiva nos cega e impede que vejamos as coisas como elas realmente são. Assim você evitará cometer injustiças e ganhará o respeito dos demais pela sua posição ponderada e correta diante de uma situação difícil.

Lembre-se sempre: Deixe a raiva secar!

terça-feira, 25 de outubro de 2016


                                       INTRODUÇÃO A  FILIPENSES
FILIPOS
A primeira menção que o Novo Testamento faz de Filipos se encontra em At 16.12. Nesse texto, lemos que se tratava de uma importante “cidade da Macedônia, primeira do distrito e colônia”, evidentemente romana. O seu nome primitivo havia sido Krênides, que significa “lugar das fontes”, mas, quando em 360 a.C., o pai de Alexandre Magno, o rei Filipe II da Macedônia, conquistou a cidade, trocou aquele antigo nome pelo seu próprio.
Filipos estava situada sobre a célebre “Via Egnatia”, que ligava Roma com a Ásia Menor. Elevava-se a uns 12 km da costa norte do mar Egeu, junto ao limite da região macedônica com a da Trácia. Submetida a Roma desde o ano 167 a.C., a partir de 31 a.C., com a categoria de colônia e por regulamentação do césar Otávio Augusto, gozou dos privilégios e direitos que as leis do império outorgavam às cidades romanas.

A IGREJA DE FILIPOS
A Epístola aos Filipenses (Fp), junto com a dirigida a Filemom, é a mais pessoal das que possuímos do apóstolo Paulo. É também o testemunho de um sentimento de alegria e de mútua gratidão: de Paulo para com os filipenses, que o haviam socorrido em momentos muito difíceis para ele; e dos filipenses para com Paulo, agradecidos pelo trabalho que havia realizado entre eles.
Desde os primeiros contatos até a redação desta carta haviam-se passado vários anos. Aqueles encontros iniciais, que deram origem a um estreito relacionamento fraternal (Fp 1.3-8; 4.1), ocorreram durante a segunda viagem missionária de Paulo, depois de ele ter percorrido o interior da Ásia Menor, desde a Cilícia, situada a sudeste da península, até Trôade, situada a noroeste.
Em Trôade, acompanhado de Silas, Timóteo e seguramente também de Lucas, Paulo embarcou rumo a Neápolis, porto do Norte da Grécia. Dali, se dirigiu a Filipos, onde não se deteve muito tempo, ainda que o suficiente para fundar uma igreja, a primeira nascida em solo europeu. Essa comunidade cristã era formada, na sua maior parte, por pessoas que haviam passado do paganismo ao Judaísmo (ver, p. ex., o caso de Lídia, de Tiatira, At 16.14-15), as quais se reuniam para o culto fora da cidade, junto ao rio, onde estava o seu “lugar de oração” (At 16.13).

LUGAR E DATA DE REDAçãO
Não há unidade de opinião sobre o lugar e a data em que Paulo escreveu a carta. Há aqueles que opinam que a enviou de uma prisão em Éfeso, o que permitiria apontar como data provável os anos 54 a 55. Nesse caso, a carta teria, como de fato tem, um marcante caráter de agradecimento aos cristãos de Filipos, os quais, ao saber da prisão do apóstolo, haviam decidido mandar-lhe alguns auxílios como expressão de amor e solidariedade fraternal (4.18). Por outro lado, se a menção da “guarda pretoriana” (1.13) for interpretada como uma referência ao palácio imperial, poderia ter maior apoio a hipótese que localiza a prisão em Roma (At 28.16-31). Nesse caso, a carta teria sido escrita nessa cidade, no ano 63.

CONTEúDO E ESTRUTURA
A epístola não tem uma clara estrutura doutrinária. Mais parece responder a fortes sentimentos pessoais do que ao propósito de oferecer um texto bem planejado e teologicamente articulado. Não obstante, há nela profundos pensamentos junto a conselhos e ensinamentos práticos para a vida dos cristãos e para a marcha da igreja em conjunto.
Desde a ação de graças inicial (1.3-11), duas notas predominam na epístola: a alegria que caracteriza uma fé madura e o amor de Paulo pela igreja de Filipos. Essas notas são, sem dúvida, uma bela lição de esperança, repartida pelo autor em meio às penalidades físicas e morais da sua prisão.
O corpo principal da carta (1.12—4.20) transcorre entre um prólogo cheio de expressões entranháveis (1.1-11) e um epílogo revelador da generosidade dos filipenses (4.21-23). O texto se desenvolve em uma variada sucessão de temas e motivos de reflexão:
(a) 1.12-26: Paulo dá testemunho de que inclusive a prisão oferece oportunidades de anunciar o evangelho (1.12-14). E reflete sobre o seu ministério apostólico, ao qual continuará consagrado “quer pela vida, quer pela morte” (1.20), enquanto não chegar a hora “de partir e estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor” (1.23). Porque para Paulo “o viver é Cristo, e o morrer é lucro” (1.21).
(b) 1.27—2.18: Esta passagem contém uma declaração fundamental da fé cristã: um hino (2.5-11) dedicado ao Filho de Deus pré-existente e eterno, Cristo Jesus: ele, “subsistindo em forma de Deus... tornando-se em semelhança de homens... a si mesmo se humilhou... até à morte e morte de cruz”. Pela sua obediência, “Deus o exaltou sobremaneira”, para ser reconhecido e adorado universalmente como Senhor.
(c) 2.19-30: Segue uma referência pessoal a Timóteo e Epafrodito, colaboradores do apóstolo. Ao primeiro, espera enviar logo a Filipos (2.19), e, sobre o segundo, explica o porquê de tê-lo enviado já (2.25-30). Além do mais, ele também acredita estar logo em condições de visitar os crentes da cidade (1.19; 2.24).
(d) 3.1—4.1: Faz também uma enérgica chamada de atenção à presença em Filipos de “muitos... que são inimigos da cruz de Cristo” (3.18). Parece certo de que também haviam chegado alguns mestres judaizantes à Macedônia que, com a sua insistência em manter vigente a lei de Moisés e especialmente a prática da circuncisão, perturbavam a fé dos cristãos de origem gentílica.
(e) 4.2-9: A alegria da salvação há de ser uma constante na vida do cristão (4.4). Paulo exorta os crentes a confiar plenamente no Senhor, que está perto (4.5) e a pensar e atuar de maneira sempre digna de louvor (4.8).
(f) 4.10-20: Insiste em manifestar o seu agradecimento pela solicitude com que os filipenses o haviam atendido em diversas ocasiões, em momentos de tribulação quando outros pareciam ter-se esquecido dele (4.15).
Alguns supõem que originalmente foram duas as cartas de Paulo à igreja de Filipos, depois reunidas em uma, porque na estrutura atual da carta tem-se observado, em certas passagens, uma brusca ruptura da conclusão de idéias: (2.19; 3.1b-21; 4.2 e 4.10). O certo é que o texto da carta é caracteristicamente paulino, tanto do ponto de vista estilístico como de vocabulário.

ESBOçO:
Prólogo (1.1-11)
1. O evangelho de Cristo também cresce na prisão (1.12-26)
2. Exortação à unidade (1.27—2.18)
3. Os valorosos colaboradores do apóstolo (2.19-30)
4. Advertências contra falsos mestres (3.1—4.1)
5. Exortações (4.2-9)
6. Agradecimento pela ajuda dos filipenses (4.10-20)
Epílogo (4.21-23)

                                             INTRODUÇÃO A EFÉSIOS

Mais do que uma carta, a Epístola aos Efésios (Ef) é um escrito doutrinário e exortatório, que revela no seu autor fundamentais interesses pedagógicos e pastorais. É uma reflexão sobre a Igreja, vista como Corpo de Cristo (1.22b-23; 4.15-16. Cf. Cl 1.18), e um sólido ensinamento sobre a salvação que Deus oferece aos pecadores (2.4-9).

ÉFESO
Desde o ano 133 a.C., com uma população próxima a meio milhão de pessoas, Éfeso era a capital da província romana da Ásia e residência oficial do governador. Estava situada em um lugar privilegiado da costa do Mediterrâneo, com um porto de muito tráfego e uma importante via de comunicação com o interior da Ásia Menor. Contribuía para aumentar o prestígio da cidade o culto à deusa Diana, em cuja honra se havia erigido um templo em Éfeso, ao qual devotos de “toda Ásia e o mundo” (At 19.23-41) acudiam em peregrinação.
O Livro de Atos faz referência a duas visitas de Paulo a Éfeso. A primeira foi breve (At 18.19-21), mas a segunda se prolongou “por três anos” (At 19.1—20.1,31), um período cuja duração indica a importância da obra missionária realizada ali.

PROPóSITO
As freqüentes alusões que o apóstolo faz, em outras epístolas, a Éfeso ou a pessoas relacionadas com essa cidade revelam estreitos laços de trabalho e afeto que o uniam à comunidade cristã estabelecida ali (cf. 1Co 15.32; 16.8; 1Tm 1.3; 2Tm 1.18; 4.12). Contudo, na presente epístola, nota-se uma ausência quase total tanto de nomes próprios (exceto Tíquico, citado em 6.21) como das saudações pessoais que são habituais nos escritos paulinos. Isso leva a pensar que se trata mais de uma espécie de carta circular dirigida a diversas congregações.
O pensamento em torno do qual se estrutura a Epístola aos Efésios é a unidade da Igreja e de toda a criação sob o governo de Cristo ressuscitado (1.20-22a), pois vão “convergir nele, na dispensação da plenitude dos tempos, todas as coisas, tanto as do céu como as da terra” (1.10). Este é o propósito de Deus, mantido no oculto da sua sabedoria (3.10), o qual agora há de ser revelado universalmente por meio da Igreja (3.10-11).

CONTEúDO E ESTRUTURA
O texto da carta é formado por duas seções principais. A primeira (1.3—3.21), de caráter doutrinário, se apresenta após algumas palavras iniciais de saudação (1.1-2). A segunda (4.1—6.20) contém uma série de exortações para se viver de acordo com a vocação e a fé cristã. Por último, um breve epílogo põe ponto final à carta (6.21-24).
A seção doutrinária começa com um louvor a Deus (1.3-14), que nos escolheu em Cristo “antes da fundação do mundo” (v. 4) e “nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo” (v. 5). Essa eleição e destino pertencem ao “mistério da vontade” divina, agora manifestado, de que tanto judeus como gentios são chamados a participar dos benefícios da redenção (1.9; 2.11-22).
Em uma oração de gratidão e súplica pela fé e pelo amor dos efésios (1.15-23), Paulo evoca a grandeza do poder de Deus (1.19) e o senhorio único e definitivo de Jesus Cristo, cabeça da “igreja... plenitude daquele que a tudo enche em todas as coisas” (1.22-23).
O cap. 2 recorda aos leitores que, ainda que antes estivessem mortos nos seus “delitos e pecados” (2.1-3), agora são salvos pela graça (2.5) e fazem parte de um povo único, no qual não há diferenças de classe nem inimizade de raça (2.14-16), pois todos nele pertencem à família de Deus (2.19-22).
O mistério da salvação dos não-judeus foi revelado pelo Espírito aos santos apóstolos e profetas de Cristo (3.5). E também o foi a Paulo (3.3), ministro como eles, escolhido por Deus para anunciar o evangelho aos gentios (3.8).
Na segunda seção, o apóstolo exorta a “preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz” (4.3-6), o que em nada se opõe à diversidade dos dons espirituais que devem estar sempre presentes na Igreja (4.7-16; cf. 1Co 12).
A vocação cristã há de manifestar-se na renovação profunda da pessoa, com o abandono dos antigos hábitos perniciosos e fazendo conciliar pensamentos, palavras e atitudes com a realidade da nova vida em Cristo (4.22-24). Os princípios do Espírito: “bondade, justiça e verdade” (5.9) devem governar o coração dos crentes e dirigir todos os seus relacionamentos humanos: de esposas e esposos, de pais e filhos e inclusive de senhores e escravos (5.21—6.9).
Particularmente importante é a passagem de 5.21-33, onde o autor estabelece um paralelismo entre a unidade essencial de Cristo e a sua Igreja e a figura do matrimônio.
A seção conclui com uma exortação a lutar contra o mal. A indumentária e as armas do soldado inspiram a Paulo a figura militar que achamos em 6.10-20, com a qual, mais uma última nota de despedida, termina o corpo central da carta.

DATA E LUGAR DE REDAçãO
Como ocorre com outros textos epistolares do Novo Testamento, também não há unanimidade de critério sobre a data e o lugar de redação dessa epístola, incluída no grupo das chamadas “da prisão” (ver a Introdução às Epístolas) por causa do testemunho do autor sobre a sua situação pessoal (3.1; 4.1). Tendo presente essa clara referência ao seu cativeiro, se tem pensado que a carta foi escrita em Roma, entre os anos 60 e 61 d.C.
Por outro lado, Efésios oferece algumas peculiaridades literárias de vocabulário e de perspectiva teológica que a diferenciam dos demais escritos paulinos, com exceção da Epístola aos Colossenses, com a qual tem muitas afinidades em temas, conceitos e expressão.

ESBOçO:
Prólogo (1.1-2)
1. A Igreja é criação de Deus em Cristo (1.3—3.21)
a. O plano de Deus preparado desde a eternidade (1.3-23)
b. Salvação por graça, em Cristo, para toda a humanidade (2.1-22)
c. Paulo constituído apóstolo para os gentios (3.1-21)
2. A Igreja foi criada para produzir boas obras (4.1—6.20)
a. A unidade mediante a diversidade de dons (4.1-6)
b. Nova vida em Cristo (4.7—5.21)
c. A relação entre Cristo e a família cristã (5.22—6.9)
d. As armas espirituais do cristão (6.10-20)
Epílogo (6.21-24)
Jesus Vem, ascenda sua luz! 
Ele vem... Ascenda sua luz!
Mc.6: 45-52 e Mt.14:24.

Havia tempestade para que Jesus fosse revelado como Deus para seus discípulos, pois andavam com Ele mas não o conheciam como Deus, viam o que Ele fazia mas não o reconhecia. Enquanto que a multidão o reconhecia se este enviado de Deus.

 Bartimeu - A mulher sirofenícia-grega -
v
v A mulher do fluxo de sangue- Maria do alabastro perfumado-

Todas essas pessoas também tiveram o barco de suas vidas envolto a tempestades, mas não temeram o naufrágio, antes clamaram àquele que pode todas as coisas, e que não ia deixar que o mar da vida os afogassem o grande Eu Sou, o salvador.

Hoje, o povo de Deus está como os discípulos de Jesus , vivem com seu mestre sabem o que ele é e faz para aqueles que o amam e o ser vem e temem o que será do barco de suas vidas, esquecendo-se de que ali esta o grande Eu Sou, enquanto que mais uma vez a multidão novamente clama reconhecendo Cristo como Deus em nós Rm 8:18, eles enxergam em nós o poder que temos no nome de Jesus enquanto que parece que nós, o povo autorizado a usar esse nome não temos nem o conhecimento do poder que estar conosco . Col.1:27

Deus que se revelar em nós, precisamos ir ao monte da transfiguração em nosso coração, nesse monte só pode subir que desce de si mesmo para recebermos do Pai a verdadeira imagem de Cristo em nós, para que conhecendo-o como a expressão exata do Pai, prossigamos em continuar sua obra através do seu Espirito ...Ele não está morto, Ele vive em nós, e esse mistério ficou a critério da igreja revelar ao mundo! MULTIDÕES CLAMAM NO VALE DA DECISÃO para que em nós seja revelado a sua esperança, mas, precisamos descer até a casa do oleiro para que na unção de Deus possamos fazer o povo atravessar o vale e passar pelo meio do mar da salvação.

Os montes se tremem, as nações gritam e na terra está se dissolvendo, e está prestes a acontecer uma grande desolação na terra (Sal. 46)os homens estão ficando cada vez mais inquietos por que têm descoberto tantas coisas e não sabem como para grande destruição, mas precisamos como povo de Deus se aquietar e confiar que o que está ocorrendo é porque o nosso Deus está mostrando a toda a terra que SÓ ELE É DEUS E NINGUEM MAIS, e que depois de todas estas coisas, aqueles que creram e amaram ao seu senhor em tempos difíceis e de tribulação, herdarão um novo céu e uma nova terra, porque o que vemos agora, será destruído e abalado pelo poder do Rei da glória.

Quando o Messias veio ao mundo pela primeira vez, fora anunciada a sua chegada através dos profetas e que teve como sinal uma grande estrela...A ESTRELA DA MANHA, que brilhou em altos céus fazendo anjos descerem a terra para que a gloria de Deus, o brilho fosse visto na terra como é visto no céu, este é o sinal do maior milagre do universo, onde Deus se transformou em um homem mortal o infinito se colocou dentro do finito, tesouro em vasos de barro para ficar igual a nós, seres mortais por causa do pecado, pecado esse que ele nunca teve, mas se humilhou a isso para poder experimentar a morte, porque sendo Deus não podia morrer porque a vida está nele, mas feito homem, morrer e ressuscitar para deixar dentro de nós o poder de nos transformar de volta a sua imagem, o reflexo do Pai, assim como Jesus foi e É.

Mas para isso ele confiou o barco de sua vida ao Pai, não se importou em ver seus pés submersos da terra e ficou pendurado, suspenso numa cruz entre a terra e o céu pois confiava ele que nesta posição o inferno estava debaixo dos seus pés, e assim, colocou o brilho da vitória, a Estrela da Manhã, ele mesmo em nosso coração manifestando a Luz da vida para o homem pecador.

Mas o que temos feito? Em cada vento da vida, basta-nos sentir um pouco de vento forte em nosso rosto, já tememos e começamos a omitir a sua luz em nosso rosto, temos apagado esta luz em nós porque começamos a navegar na vida com o farol que nos guia desligado e sabemos que precisamos dele iluminado para nos guiar ao outro lado onde onde multidões nos esperam para também encontrarem o CAMINHO DA VIDA eterna.

Desperta Igreja...Diz o Espírito Santo’de Deus!

Ë hora de despertarmos do sono, porque nossa salvação está agora mais perto, Rm 13:1, Quem tem ouvidos para ouvir, que ouça.

Os sinais estão se cumprindo, o amor esfriando a natureza gritando e sofrendo abalos por causa do pecado do homem, e Jesus nos alertou em sua mensagem que este seria um dos sinais que precedia a sua volta, tudo isso é a trombeta do Anjo avisando a sua volta, e a igreja precisa está acordada para ver a chegada do noivo, mas, a igreja parece está entorpecida como nos dias de Noé que tudo parecia indiferente ao que a trombeta na boca de Noé avisava, continuavam suas vidas como se o dia do dilúvio nunca fosse chegar, e que achavam que Noé era um louco...Paulo falou que Deus salva os crentes porque prega essa loucura para os homens que se perdem, mas para nós, isso é a salvação de Deus em mistério.

A igreja têm se embriagado com o mesmo vinho que o mundo oferece, vinho servido em taças de ira e discordia, mas Ele derramou o amor em nós...aleluias e vamos viver esse amor, O Senhor pede para que a igreja seja cheia do vinho novo que Deus derramou da taça do céu para nós, o vinho que Davi bebia até transbordar de alegria o coração (Sal. 23) e Jesus disse: quem tem sede, venha a mim e beba...Ele é o nosso vinho novo, aleluias, vinho da videira de Deus.

Que o óleo da alegria que é gerado em nós através do sabor do vinho não venha a faltar nas nossas mente(cabeça) Ecl. 9:8.

Está perto da trombeta dos acontecimentos cessarem e toda a terra reverenciar perante o brilho do grande Rei Jesus e ouviremos o Arcanjo gritar: Aí vem o noivo! E a igreja deve está preparada como um diadema de luz para coroar de brilho e glória o seu esposo e Rei (Is. 62:3)... Ascende noiva a sua candeia (Mat.25) que arde de amor o coração do noivo amado e mostra a ele o cheiro do perfume dele em você! Até que venha a queimar o incenso de amor e inunde o mundo. Por que ele vem com fogo nos olhos de tanta paixão pela sua noiva amada porque o coração d`Ele queima e deseja vê-la sentada como rainha ao seu lado em uma aliança eterna de amor porque foi com amor eterno que ele nos amou.


domingo, 23 de outubro de 2016

Você já nasceu de novo?

Jesus disse: Necessário é nascer de novo para herdar a vida eterna!
Se você perguntasse aos seus amigos o que fazer para ter a salvação para a vida eterna, provavelmente receberia tantas respostas quantos forem seus amigos. Talvez alguém sugerisse que se deve obedecer e seguir uma religião, qualquer que seja ela, afirmando que, o importante mesmo, é que todas as religiões leva ao nosso Deus; outro diria que é necessário guardar os Dez Mandamentos; outros, que é preciso orar, ou fazer contribuições à igreja, dar esmolas aos pobres, ou simplesmente que se deve “agir da melhor maneira possível” sendo bom.
Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; isso não vem de vós; é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie. Ef 2.8-9

Porém, quando se trata de algo importante como a vida eterna e o céu, você necessita de muito mais que simples opiniões de amigos ou praticar a ajuda às instituições de caridade. Você necessita da verdade!

Lemos na Bíblia que “quem não nascer de novo”, não pode ver o reino de Deus, ou seja, não pode conquistar a salvação. Foi o próprio Jesus que disse: "Necessário é nascer de novo."

Nascer de novo? Isto talvez soe estranho aos seus ouvidos. O que quer dizer esta expressão?

A expressão “nascer de novo”, do grego anothenm, significa nascer do alto, nascer de cima, ou seja, nascer por obra e graça do Espírito Santo - nascimento espiritual, sem o qual não podemos ser considerados filhos de Deus.

A Palavra de Deus trata da salvação com realismo. Ela nos ensina que ninguém pode ser salvo mediante boas obras nem, inclusive, pela prática de atos religiosos. A Bíblia revela a nossa verdadeira condição:
Não há um justo, nem um sequer. Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus, ... Rm 3.10, 23

Com esse novo nascimento nós somos justificados perante Deus e o Espírito Santo passa habitar no corpo da pessoa justificada (que nasceu de novo) e passa transformar a vida da pessoa, que alcançará a regeneração e santificação. Como dissemos, o Espírito Santo passa habitar no corpo da pessoa que nasceu de novo e, segundo a Bíblia, a pessoa que não tem o Espírito Santo esse tal não é de Deus (Rm 8.9). Podemos concluir, então, que aquele que não é de Deus por não ter alcançado o novo nascimento, está morto nos seus próprios pecados.
Quem comete o pecado é do diabo, porque o diabo peca desde o princípio. 1Jo 3.8a

Podemos dizer que o ato de nascer de novo nos proporciona a justificação que, perante Deus, somos reconhecido como Seu filho e uma pessoa digna de salvação. Mas, o que significa a justificação?

Segundo a Bíblia o termo justificação refere-se ao ato mediante o qual, com base na obra infinitamente justa e satisfatória de Cristo, na cruz, Deus declara os pecadores condenados, livres de toda culpa do pecado e de suas conseqüências eternas (inferno), declarando-os plenamente justos aos Seus olhos. Então, justificação é um ato livre da graça de Deus pelo qual ele perdoa todos os nossos pecados e nos aceita como justos somente por ser imputada a justiça de Cristo, que qualquer pessoa recebe pela fé.
Como podemos notar, a justificação é recebida pela fé. Mas não pode ser a fé intelectual. Esse tipo de fé não dá a salvação para ninguém. Podemos definir a fé intelectual como aquela que faz a pessoa que a tem, não duvidar da existência de Deus, mas continuar no pecado, sem arrependimento e sem reconhecer, de coração, que Cristo é seu Salvador. Para salvação esta fé não basta. Vejamos o motivo: a fé nunca é a base ou causa da justificação, e sim o canal ou o meio pelo qual a graça de Deus pode imputar a própria justiça de Cristo ao pecador que crê. Quando cremos que Cristo é tudo e o aceitamos como nosso único e suficiente Salvador, Deus passa a creditar em nosso favor, assim, somos absolvidos.

Logo, Deus pode anunciar com justiça a nossa absolvição e esse pronunciamento é chamado “justificação”.

A nossa justificação originou-se pela ressurreição de Jesus (Rm 4.25). Se Jesus não tivesse ressuscitado não haveria justificação, nem salvação.

A ressurreição de Jesus aconteceu como prova de que Deus aceitara o sacrifício de Seu Filho.

A pessoa que não tem Cristo como Salvador ela está morta para Deus pelos seus pecados. A Bíblia diz que todos somos pecadores, diz também que são mentirosos aqueles que afirmam não ter pecado. O que implica para nós termos pecados é que eles nos separa de Deus, isto é, estamos mortos espiritualmente e só Jesus pode nos vivificar. A palavra morte no grego é thanatos que quer dizer separação.
O pecado nos separa de Deus: Mas as vossas iniqüidades fazem DIVISÃO entre vós e o vosso Deus, e os vossos pecados ENCOBREM o seu rosto de vós, para que vos não ouça. Is 59.2

Mas Jesus ... nos VIVIFICOU, estando nós mortos em ofensas e pecados, Ef 2.1

O diagnóstico bíblico para o nosso estado é muito claro. Por natureza, somos descritos como mortos em delitos e pecados; como separados da vida de Deus (Ef 2.1, Ef 4.18). Assim como um corpo sem vida física está morto, assim também qualquer pessoa separada da vida de Deus está espiritualmente morta.

Separados de Deus, mortos nos nossos delitos e pecados, não temos nenhuma esperança da salvação. Para alcançarmos a salvação necessitamos:
a) Ser liberto do castigo do pecado;
b) Nascer de novo;
c) Ter uma vida limpa do pecado;
d) Ter comunhão com Deus.

Se você recebe o Filho de Deus como seu Salvador, tem a vida eterna agora mesmo. Segundo a Bíblia, esteja certo de que Jesus Cristo pagou por você todo o castigo do pecado. Você pode nascer de novo na família de Deus, sabendo que um dia viverá para sempre com o seu Senhor.
... Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está em seu Filho. Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida. 1Jo 5.11-12

(Lc 18.18-30) Lá na Judéia, além do Jordão, Jesus olhou com amor para um jovem rico. Viu seus conflitos internos, suas lutas, suas angústias. Viu sua desesperada situação: perdido, mesmo cumprindo todos os mandamentos. Perdido, obedecendo a todas as normas.

Sabe qual é o seu problema, filho? Disse Jesus. Apenas um: você não me ama. Em seu coração não há lugar para mim, em seu coração só há lugar para o dinheiro. Você está disposto a guardar mandamentos, mas você não me ama, e enquanto não me amar eu não aceito nada de você. Não adianta cumprir normas, obedecer regulamentos; se você não me ama nada disso tem sentido e você continuará vazio na alma. Vamos fazer uma coisa: você vai para casa, tira do coração o amor às coisas desse mundo (bens materiais que ele possuía a ponto de poder distribuir aos pobres), coloca-me como centro de sua vida, então venha e siga-me.

A Bíblia diz que o jovem, contrariado com esta palavra, retirou-se triste. Estava mais pronto a guardar mandamentos do que amar o Senhor Jesus. Por quê? Talvez é mais fácil aparentar ser bom do que entregar o coração a Deus.

É possível que você esteja pensando: Felizmente eu não tenho riquezas. Pode ser. Mas, às vezes, não precisamos ter riquezas para destronar Jesus do coração. Seria possível eu amar um artista de televisão, amar um esporte, um parente, um namorado, os estudos, ou até mesmo um animal de estimação do que amar a Jesus.

Devemos receber Jesus da forma que Deus espera que recebamos. Não podemos
tê-lo, no pensamento, como um homem bom, que veio ao mundo, ensinou o amor e morreu injustamente com sofrimentos na cruz do calvário. Dessa forma o temos quando Ele (Jesus) é lembrado através de um pedaço de madeira, esculpido numa cruz e fixado na parede de uns dos cômodos da casa ou de um estabelecimento comercial. Não podemos ter Jesus como um amuleto - um crucifixo numa correntinha de pescoço. Na verdade Ele é muito maior do que isto porque Ele está vivo. Muita gente esqueceu disso. Sabe o que Jesus deseja? Ele deseja que deixemos o crucifixo e passemos a tê-lO no coração.

Talvez você esteja pensando: Eu creio na Bíblia, creio que Jesus veio para dar a salvação para todos que aceitá-lo como único e suficiente Salvador, mas só estarei preocupado em alcançar a minha salvação somente depois de desfrutar o máximo dessa vida. O problema é que você não sabe o dia da sua morte. Poderá ser num dia que você não estará esperando e no momento que você está longe da salvação.
Não presumas do dia de amanhã, porque não sabes o que produzirá o dia. Pv 27.1

Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco e depois se desvanece. Tg 4.14

Talvez você não acredita que Deus vai deixar alguém ir para o inferno sofrer. Eu te digo: Você não conhece a justiça de Deus e Sua ira vindoura para aqueles que não são dEle - os que não tiveram o novo nascimento. Vejamos este exemplo: aqui na Terra, a justiça humana isola da sociedade o indivíduo culpado de crimes e outros delitos. Na prisão ele padece a pena de seus crimes, além do isolamento da sociedade. Pergunto: Havemos de crer ou esperar que a justiça divina seja inferior? A resposta é não! Mas, no entanto, o Diabo põe na mente de muita gente a firme convicção de que Deus é pai de todos, um pai amoroso, que o inferno não existe, que o inferno é aqui mesmo neste mundo, que não lançará a alma de ninguém no inferno, e, assim, no fim, tudo dará certo: Deus dará um "jeitinho" para todos. Leitor, se você crê nisso, você está enganado. Analise esta questão: Jesus foi enviado por Deus e, antes mesmo dEle nascer, Deus já havia determinado que Ele ia morrer por nós pecadores. Pergunto: Se não corremos o risco de irmos para o inferno, qual foi o sentido da vinda de Jesus e a sua morte por todo o mundo?

Em Romanos11.22 a Palavra de Deus relata sobre a bondade e severidade de Deus. Mas temos dificuldade em reconciliar a misericórdia de Deus com a Sua ira. Nossas mentes são limitadas e não podem compreender como tais opostos aparentes existem lado a lado no caráter de um Ser perfeito. Algumas pessoas, arbitrariamente, rejeitam um lado e se apegam a outro. Porém, a Bíblia afirma que ambos são verdadeiros e mostra que escolhemos o que recairá sobre nós. Se caímos, seremos condenados. Se escolhemos a salvação em Jesus Cristo pela bondade de Deus, seremos recompensados com a vida eterna sem entrarmos em condenação.

Ninguém vai para o inferno porque Deus manda, mas sim porque rejeitamos a salvação por Ele oferecida. Trata-se apenas de uma decisão pessoal de cada um de nós.
O inferno existe declara a Palavra de Deus. Jesus também falou sobre o inferno. Um lugar de castigo para a alma do homem que não alcançar a salvação. Nós devemos tomar cuidado porque as religiões/seitas que não divulgam o verdadeiro evangelho, costumam orientar seus fiéis que o inferno é invenção da mente do homem. É mais fácil viver com o entendimento de que não há uma punição divina e eterna porque, pensando dessa maneira, não precisamos de Jesus. Teremos Ele como eu já relatei anteriormente: como um homem bom, que veio ao mundo, ensinou o amor e morreu injustamente. É o que o Diabo ensina nas religiões/seitas. Crendo dessa maneira passamos, automaticamente, a desconsiderar Jesus como nosso Salvador e passamos a acreditar que para Deus basta sermos bons e praticar as boas obras, ou seja, a nossa aceitação por Deus seria por mérito pessoal, dependendo exclusivamente de cada um. Olha como o Diabo é astuto: passando esses entendimentos às pessoas, elas passam achar que a questão de salvação é entre o homem e Deus Pai e, consequentemente, passam a descartar Jesus, o único Salvador e Mediador entre Deus e os homens. Passam a ignorar, inconscientemente, que é preciso aceitar Jesus como Salvador e, por agir dessa maneira, acabam não tendo Deus na sua vida e muito menos o novo nascimento exigido por Jesus para se herdar a vida eterna.

Talvez você diga que já é evangélica. Eu te alerto: Aquelas pessoas que não nasceram de novo pelo Espírito Santo, mas simplesmente vão a igreja pela forma e pela cerimônia religiosa, não serão salvas. Essas pessoas são, como eu costumo dizer, “simpatizantes do evangelho”. Por essa razão Jesus disse: Aquele que não nascer da água e do Espírito não pode entrar no Reino de Deus. (Jo 3.5)

Talvez você não conseguiria amar alguém que não está vendo. Mas eu digo que você conhecerá Jesus por fé e pela Bíblia. Ele viveu a vida mais peculiarmente bela que já se conheceu. Ele foi o homem mais bondoso, mais terno, mais gentil, mais paciente, mais compassivo que já existiu. Amava pessoas. Detestava vê-las aflitas. Gostava de perdoar. Deleitava-se em ajudar. Operava milagres estupendos para alimentar gente faminta. Aliviando os que sofriam, esquecia-se de comer. Multidões cansadas, vencidas pelas dores, de coração aflito, vinham a Ele e encontravam cura e alívio. Dele, e de mais ninguém foi dito, que, se todas as Suas obras de bondade fossem escritas, o mundo todo não poderia conter os livros que se escrevessem (Jo 21.25). Jesus foi este tipo de homem. E Deus é este tipo de Pessoa.

Depois Ele morreu numa cruz, para tirar o pecado do mundo, para tornar-se o Redentor e Salvador do homem.

Depois, ainda, ressurgiu dos mortos e agora vive. Não é apenas uma personalidade histórica, porém, uma Pessoa viva. Ele é o fato mais importante da História e a força mais vital no mundo de hoje.

Agora permita-me que eu pergunte: Você já nasceu de novo? Se a resposta for não, então VOCÊ ESTÁ MORTO. Como já relatei acima a palavra morte no grego é thanatos que quer dizer separação. Suponha que há um caixão com um homem morto à nossa frente. Ele está morto fisicamente; você espiritualmente. Ele está separado desse mundo, você de Deus. Pode até pensar: Eu não me sinto morto. Digo que seus sentimentos nada tem a ver com isso. Você não precisa sentir-se morto para estar morto. O cadáver está “no caixão” e você “em seus pecados”. Você é pecador por natureza. Todos pecamos. É tão natural a você pecar, como para o peixe nadar. Você é um pecador culpado diante de Deus. Você diz: Eu não tenho maus costumes. Mas eu lhe digo: Nem o defunto. Não há nada de errado com ele, exceto uma coisa: está morto. Isto é sério!

Você vive uma vida de moral limpa? Nada de errado, exceto: você está morto, perdido! Sua condição perante Deus é mais séria do que você imagina.

Fale ao morto a respeito de um jantar, ou de uma pescaria. Ele não responderá. Está morto, ou separado dos prazeres e divertimentos dessa vida. Se alguém falasse a respeito de um estudo bíblico ou oração, de você não haveria resposta. Você está separado das alegrias e bênçãos da vida cristã como o cadáver das coisas deste mundo. Ele não tem vontade de comer. Você não tem apetite para a Bíblia. Ele não pode ter prazer nas coisas desta vida física. Você não pode gostar das coisas da vida espiritual. O único que pode dar vida ao morto é o Senhor Jesus. Nem igreja, nem religião pode dar vida espiritual. Só Jesus. O homem morto não pode ressuscitar-se. Nem pode você dar a vida espiritual a si próprio.

Podemos batizar o morto no caixão, mas isso não lhe dará vida. Do mesmo modo você pode unir-se a uma igreja, ser batizado, mas, a menos que você tenha sido vivificado, permanece morto. Pense nisso! Talvez tenha sido religioso toda a vida. Não é religião que precisa. É VIDA - VIDA ETERNA - ESSA VIDA ESTÁ EM JESUS.
Aquele que crê no Filho tem a vida eterna, mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece. Jo 3.36

A razão pela qual leva muitas pessoas a não retornarem a ter comunhão com Deus ou não aceitarem a Jesus pela primeira vez como Salvador é porque ficaram presas pelo poder dos demônios. É o Diabo que cega o entendimento das pessoas para não aceitarem a Palavra da salvação - o evangelho deixado por Jesus.
Mas, se ainda o nosso evangelho está encoberto, para os que se perdem está encoberto, nos quais o deus deste século (Satanás) cegou os entendimentos dos incrédulos, para que não lhes resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus. 2Co 4.3-4

As pessoas estão famintas; querem a libertação do pecado; anseiam pela vida eterna, mas muitas delas são incapazes de romper os laços que as prendem. Muitas chegam a dizer: Não posso tornar-me um cristão. Quero, mas algo me prende.

O verdadeiro cristão crê que Deus não quer o homem preso por coisa alguma. Simplesmente não deixa que coisa alguma o domine.

Para aqueles que aceitam a Jesus como Salvador, a morte é uma passagem, uma entrada na vida eterna. A morte física não pode deter esta vida. Ela é apenas passageira e Jesus é o caminho para a eternidade. Entregamos a nossa vida a Ele, com fé, e passamos ter a certeza que nossa alma não irá para o inferno.


A maioria do povo há de pensar, seriamente, como há de ser quando o fim chegar. Não adianta sorrir, desdenhosamente, passar adiante deste assunto, ESSE DIA HÁ DE VIR. E que acontecerá então. A Bíblia dá a resposta. É resposta inequívoca. Há um Deus. Há um céu. Há um inferno. Há um Salvador. Haverá um dia de Juízo. Feliz do homem que, enquanto vivo, fizer suas pazes com Jesus e se preparar para esse epílogo. Se o fim não vier durante a vida da pessoa, ele virá depois da sua morte um dia. O importante é morrer salvo. Morrer em Cristo Jesus ou, se em vida, estar em plena comunhão com Ele aguardando a Sua segunda vinda para nos resgatar.
                                       A Importância da Santa Ceia para a Igreja de Cristo

Ceia do Senhor Jesus, é uma das Festas mais solene da Igreja, de muitíssima importância. A sua importância relaciona-se com o passado, o presente e futuro.

Sua importância no Passado: 
É um ato «memorial) da morte de Cristo no Calvário, para nos remir da condenação
Luc 22.19;

1 Cor 11.24-26

Fazei isto em memória de mim...». Este é um importante elemento na Ceia do Senhor Jesus. Trata-se de uma memorial em face de tudo quanto Cristo foi e fez pelos homens, sobre tudo em sua expiação. Umas das funções da Ceia do Senhor Jesus é de fazer-nos lembrar a redenção que possuímos através de Cristo, que estende potencialmente a todos os homens, tal como a páscoa levou a nação de Israel a lembrar-se de sua redenção da servidão no Egito. Na celebração da Santa Ceia, as nossas mentes se voltam para o Calvário, relembrando do Sacrifício de Jesus, em nosso favor. Embora, que em todo tempo devemos lembrar-nos deste Santo Sacrifício, todavia, temos um dia especifico e oportuno para esta comemoração e meditação. É também um ato de «ação de graças ) pelos benefícios provenientes do sacrifício de Jesus Cristo
(Mat 26.27,28;
 Marc 14.23;
 Luc 22.19
..Fazei isto
, isto é, «repeti este rito memorial, em lembrança de minha pessoa». Cumpre-nos relembrar tudo quanto Cristo fez em prol da humanidade, na redenção e na esperança que Ele nos trouxe; não permitamos que a sua vida seja vã para conosco, reconheçamos a importância da mesma. Tudo isso devemos perenemente relembrar.
A ordenança sobre o elemento «memorial» da Ceia do Senhor Jesus, é levada a efeito para mostrar Cristo aos homens, para conservá-lo na lembrança dos crentes, e, sobretudo para relembra a «morte» de Cristo. É importante conservar o seu sacrifício expiatório perante os olhos dos homens. Este «memorial» entrou em vigor desde que Cristo encerrou a última refeição pascal com os seus discípulos, até à sua vinda. Por conseguinte, a Ceia do Senhor Jesus é uma forma especial de «ação de graças», pelo dom inefável de Jesus Cristo, o Redentor de todos os homens.

Sua importância no Presente: A Santa Ceia expressa a nossa «comunhãocom Cristo e, de nossa participação nos benefícios oriundos da Sua morte sacrificial e ao mesmo tempo expressa a nossa «comunhão» com os demais membros do Corpo de Cristo (1 Cor 10.16,17). A Santa Ceia, a mesa do Senhor Jesus é o lugar onde Cristo, o hospedeiro, se encontra com os remidos, é a mesa onde os dons preciosíssimos são dados e recebidos. É o lugar onde Cristo se identifica com a necessidade humana, a verdadeira necessidade, a necessidade da alma. A Santa Ceia é o símbolo da nossa união com Cristo. É o sinal externo e visível de uma graça interna e invisível. A Santa Ceia é uma festa de «ação de graças» onde rompemos em louvor a Cristo. Lembre-nos que a Mesa é do Senhor Jesus, Ele é quem nos convida a participar deste ato glorioso, foi Ele que se ofereceu e se entregou por nós, o convite é de Cristo, o hospedeiro, nós somos os seus convidados. Que glorioso é saber que Cristo não está ausente, mas presente conosco, de uma forma tão tremenda, que dEle participamos, ao comermos do pão e bebermos do suco da videira, os elementos que representam essa comunhão.

Sua importância no Futuro: 
A Santa Ceia é um ato que antevê a volta iminente de Jesus Cristo para arrebatar a Sua Igreja e, um antegozo em podermos participar com Cristo, na Ceia das Bodas do Cordeiro (esta Ceia não é literal, mas figurada, espiritual, mística, pois lá (no reino celestial) não existe nem pão e nem suco de uva, (Luc 22.17,18,30; Apoc 19.9)). Uma das expectações de Paulo com relação à vinda de Cristo era a comemoração da Ceia do Senhor Jesus, quando esperançoso ele disse aos coríntios: «Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha» (1 Cor 11.26).
«...anunciais a morte do Senhor, até que ele venha». Cristo foi arrebatado de nós em sua presença física. Mas até mesmo essa sua presença física nos será restaurada. Paulo vivia na expectação diária desse acontecimento, visto que não esperava o grande intervalo daera da Igreja, que já se prolonga por quase vinte séculos. Mediante a adição destas palavras, ele determinou a prática contínua da ordenança da Ceia do Senhor, até à restauração da presença visível do Senhor Jesus. Isso ensina a «perpetuidade» desse rito; e vai de encontro a interpretação dos «hiperdispencionistas», os quais ensinam que o batismo em água e Ceia do Senhor Jesus não tinha por intuito fazer parte das atividades permanentes da era da Igreja, mas antes, que deveriam ser eliminados, como sucedeu a todos os ritos e cerimônias, a fim de que a pura graça reinasse sem quaisquer ordenanças que simbolize a fé cristã. Mateus (o único entre os evangelhos sinópticos) concorda com Paulo sobre o sabor escatológico e profético da Santa Ceia (Mat 26.29; 1 Cor 11.26). Nela não só exibimos a morte do Senhor Jesus, «até que ele venha», mas também pomo-nos a meditar o sobre o tempo em que ele voltará para celebrar a Sua Santa Comunhão com os que lhe pertence, em seu reino glorioso. Cada celebração da Ceia do Senhor Jesus é uma prelibação e antecipação profética do grande banquete de casamento que está sendo preparado para a Igreja.
As bênçãos e a segurança para aqueles que celebram a Santa Ceia
O Sacrifício de Jesus Cristo e a Santa Ceia estão inseparavelmente ligados. Consideramos que A Ceia do Senhor Jesus é um a «Festa espiritual em torno do Seu Sacrifício» (1 Cor 10.14-22). «Em memória de mim...» (Luc 22.19; 1 Cor 11.25,26). Visto que o sacrifício de Cristo tem que ser espiritualizado em tantos pontos, a linguagem acerca da Festa em torno de Seu sacrifício é indubitavelmente espiritualizada também, mas não deve ser despida do seu significado. Não participamos de um Cristo meramente físico, mas do Cristo Glorificado, o Deus que se encarnou. O modo pelo qual Cristo se mostra disponível para a nossa participação sobre a terra, hoje em dia, é presumivelmente na qualidade de Espírito Santo (João 14.16,17; 1 Cor 3.16).
Semelhantemente, quando Jesus tomou o pão e o vinho (fruto da vide) e deu aos Seus discípulos, dizendo: «Fazei isto em memória de mim», não estava simplesmente a exortá-los para que mantivessem boa comunhão entre si, mas estava transmitindo um rito mediante o qual podiam mostrar em símbolo a Sua Presença Eterna com a Sua Igreja. Assim é que a Igreja tem aceitado o simbolismo das ordenanças; o Batismo em Água e a Ceia do Senhor Jesus. No pão e no vinho (fruto da vide) o adorador recebe mediante a fé, o verdadeiro Corpo e o Sangue de Cristo. Porque celebrar a Santa Ceia é participar de tudo o que Cristo fez por nós. Nas águas do Batismo simbolicamente significa a identificação da pessoa com Jesus Cristo na Sua morte, sepultamento e ressurreição e também o seu ingresso no Corpo de Cristo, externando que a pessoa é Igreja de Cristo (Rom 6.3-5; Col 2.12). Com essas ações a Igreja simboliza sua fé; mediante disto, as ordenanças não são apenas ilustrações, «mas também canais prescritos para a recepção da graça Divina» Enquanto estamos neste mundo, as ordenanças e os símbolos são necessários. Somente um espírito desencarnado é que pode ignorar estes fatos. O cristianismo é uma religião espiritual e mística, mas, todavia, que tem os seus símbolos, que representam a verdade acerca do Cristianismo. Por isto, ao celebrarmos a Ceia do Senhor Jesus de modo correto e ordeiro, conforme os principio bíblicos, observando todo o estatuto para dela participarmos, podemos assegurar:
A) A Nossa genuína comunhão com Jesus Cristo: Ao participarmos da Santa Ceia estamos garantindo a nossa comunhão com Cristo, a Cabeça da Igreja. Afinal fomos chamados à comunhão com Jesus Cristo e através da Santa Ceia, ao participar-se dela é que nós demonstramos e provamos esta comunhão. A nossa comunhão com Cristo só é assegurada quando participamos do Seu Corpo e do Seu Sangue, quem não participa do Seu Corpo e do Seu Sangue não está em comunhão com Ele e, não tem a Vida Eterna (João 6.53–58). Ao celebrarmos da Santa Ceia, participamos da alegria, da vida, dos sofrimentos e da Glória de Jesus Cristo (2 Cor 1.3-7; 1 Ped 4.12-14). Afinal vivemos e participamos de Cristo (2 Cor 5.15). Cristo não é apenas o organizador da festa; Ele é a própria festa.
B) Nossa participação nos benefícios provindos do Sacrifício de Jesus Cristo: Na participação do Corpo e do Sangue de Cristo, demonstramos (tanto internamente como externamente) que seriamente temos aceitado o Sacrifício de Cristo e, que pela fé, assim fazendo, estamos compartilhando de todos os Benefícios oriundos daquEle Santo Sacrifício (Rom 3.24,25; 4.25; 5.6-21; 1 Cor 5.7; 10.16; Efés 1.5,7; 2.13; Cl 1.20; Heb 9-10; 1 Ped 1.18-21; Apoc 1.5). Ver o ponto acima.
C) Nossa comunhão com os demais membros do Corpo de Cristo: Primeiro é preciso termos comunhão com Cristo, a Cabeça do Corpo, mas também se faz necessário em ter comunhão como os demais membros do corpo de Cristo, a Sua Igreja (Atos 2.42: Filip 1.22; Col 1.18; 1 João 1.7). Ao celebrarmos a Santa Ceia de Cristo comprovamos a nossa «unidade espiritual» em Cristo Jesus e, que compartilhamos dos mesmos propósitos, da mesma fé, do mesmo amor, da mesma Palavra, das mesmas promessas, da mesma pureza e da esperança futura com Cristo na Sua Glória (João 17.21; Atos 20.34-38; Rom 12.5,10-20; 1 Cor 10.17; 12.12-27; Gál 3.28; Efés 4.13; 2 Tim 2.3). A Santa Ceia reúne todos os comprometidos com Cristo em torno dEle, pois está Presente conosco. Ninguém pode dizer que está em comunhão com Jesus Cristo e conosco se não participar do Seu Corpo e do Seu Sangue (João 6.53-58).

Ao Celebrarmos a Santa Ceia, estamos assegurando o nosso Arrebatamento para o céu: Alguém pode chegar a pensar que o arrebatamento da Igreja e a Ceia do Senhor Jesus são casos distintos, ou que o arrebatamento independe da celebração da Santa Ceia de Cristo. Todavia, aqueles que não participam da Santa Ceia de Cristo ou participam indignamente, podem estar preparados para o arrebatamento da Igreja de Cristo? a) Como estão preparados se não estão em comunhão com Cristo e com a Sua Igreja! b) Se não estão discernindo o Corpo e o Sangue de Cristo, nos elementos da Santa Ceia! c) Não estão participando dos benefícios oriundos do Sacrifício de Jesus Cristo! d) Se não estão em santificação! Por isso, dissemos com precisão, aqueles que comem o pão e o cálice do Senhor Jesus, conforme o estatuto contido nestes ensinamentos, estão preparados para a qualquer momento serem arrebatados (Sal 24.3-5; Mat 5.8; Col 2.10; Heb 12.14; 1 Cor 11.29). Por conseguinte, a Ceia do Senhor Jesus é o nosso «alimento e bebida espiritual» que satisfaz os anseios da nossa alma, significando participação no Cristo ressuscitado, garantindo-nos a Vida Eterna (João 6.32-32,48-58). Não podemos esquecer, que o simbolismo da Santa Ceia expressa a realidade espiritual e mística, da nossa participação no Sangue e no Corpo de Cristo. Sem essa participação espiritual e mística (contato genuíno), simbolizada pelo pão e pelo suco de uva, não temos qualquer garantia de salvação.

                                  Língua Domínio da língua 

"O que guarda a sua boca e sua língua, guarda das angústias a sua alma". (Pv 21:23).
   
Quando o cristão mostra equilíbrio no falar, significa que o Espírito Santo está construindo nele o caráter de Cristo. Pedro disse que Jesus nos deixou o exemplo, para que seguíssemos as sua  pegadas. Ter a mente de Cristo
1 Co 2:16 16 Porque quem conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo.
 também é falar como Cristo falou e agir como Ele agiu. Nós falamos aquilo que pensamos. "A boca fala do que está cheio o coração".
Mt 12.34  Raça de víboras, como podeis vós dizer boas coisas, sendo maus? Pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca.

Quem afirmou isto foi o Mestre por excelência, Jesus.

Deus nos deu o Dom da fala porém nos deu também a responsabilidade de seu uso. Em Mateus 12: 36  somos avisados de que "de toda palavra ociosa que os homens falarem, dela darão conta no dia do juízo".

"O maior dos pecados de um  homem está em suas palavras".
Tiago 3 .8 mas nenhum homem pode domar a língua. É um mal que não se pode refrear; está cheia de peçonha mortal.
1 Pe. 3:10   "Porque quem quer amar a vida e ver os dias bons, refreie a sua língua do mal e os seus lábios não falem engano".
 Mt 12:37  Porque por tuas palavras serás justificado, e por tuas palavras serás condenado".
Pv 16:24 Favo de mel são as palavras agradáveis, doçura para a alma e saúde para os ossos".
Palavras Revelam o Caráter.
Se nós somos o que pensamos e o que pensamos falamos, então concluí - se, que nossas palavras revelam o tipo do nosso caráter.
 O conteúdo das nossas conversas manifesta  que tipo de pessoa nós somos.

   Hb 12:15  "Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem

 Quando a pessoa está amargurada, ela se auto destrói  e contamina muitos com suas palavras amargas. E difícil uma pessoa com "raiz de amargura" no coração, não contaminar outros com uma influência negativa. A tendência de uma pessoa que foi ferida por alguém e ficou magoada é trabalhar contra, tentando sempre se vingar. O cristão não pode cultivar ódio no coração, porque isto o priva da graça de Deus. Palavras não revelam apenas nosso estado emocional, mas também se estamos com o coração limpo.
Mt 5:8 bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus;
Quando o conteúdo da conversa, no cotidiano, é malicioso, torpe e impuro, pode ser a evidência de que a pessoa está enferma interiormente. Quando se está doente na alma, os sintomas aparecem em forma de palavras, conversas, etc.

   Mt 15:19 Porque é do coração que vêm os maus pensamentos, os crimes de morte, os adultérios, as imoralidades sexuais, os roubos, as mentiras e as  calúnias

   2Tm 2:16,12 "Mas evita os falatórios profanos, porque produzirão maior impiedade. E a palavra desses roerá como gangrena; entre os quais são Himeneu e Fileto

Pv 12:18 Há alguns que  falam como que  espada penetrante, mas a língua dos sábios é saúde".

1. O leme do navio
"E como um leme de navio", (Poder para governar, Tg. 3:4). O leme é um dispositivo instalado em embarcações e aeronaves para controlar a direção. Pode ser de madeira ou de metal e fica instalado na popa. Nas aeronaves é parte de um aero motor  que orienta a turbina na direção do vento.
Tiago se refere ao poder deste pequeno membro para controlar, dirigir e governar. Nenhum líder será eficiente na sua liderança, se não souber se comunicar bem com o grupo. A comunicação é um fator imprescindível para quem pretende dirigir, governar, conduzir. A facilidade que Paulo tinha para articular seus pensamentos através de palavras fez dele um dos maiores lideres  espirituais que a história conheceu.

2. Uma pequena fagulha
"E como uma pequena fagulha" (Poder de destruição, Tg 3:5). Uma coisa diminuta como uma fagulha, pode ser a origem de tremenda conflagração de resultados desastrosos. Uma faísca na parte elétrica de fábricas, edifícios e residências, tem sido a causa de grandes incêndios que deixam prejuízos irreparáveis.


  (Pv 16:27 "O homem ímpio cava o mal, e nos seus lábios há como que uma fogueira A língua

descontrolada é posta em chamas pelo diabo e o fogo propaga-se a todas as paixões inferiores da natureza humana.
Assim são as fofocas que tiveram a duração de segundos, mas o suficiente para gerar crises com perdas incontáveis, morais, espirituais, sociais e financeiras.

   (Pv 11:9)    "O hipócrita com a boca destrói o seu próximo, mas os justos se libertam pelo conhecimento

3. Um membro venenoso
“É como um membro venenoso" (Poder de contaminação e morte, Tg 3:8). Veneno é uma substância natural ou sintética que causa danos a tecidos vivos e tem efeito nocivo ou fatal se ingerido, inalado ou injetado através da pele. Sua ação pode ser local ou sistêmica, classificada de acordo com sua atuação.
Alguém disse: "Serpentes venenosas não oferecem maior perigo à vida do que tais pessoas à paz e à reputação alheia". Tiago usa uma figura forte: "veneno mortal" para tentar advertir-nos do poder que há em nossas palavras. Talvez seja por esta razão que alguém escreveu

O efeito das nossas palavras ,pode ser tão nocivo como uma picada de cobra.
Jesus disse: "O que contamina o homem não é o que entra na boca, mas o que sai da boca, isso é o que contamina o homem".

 (Mt 15:11)  "Mas, o que sai da boca, procede do coração, e isso contamina o homem. No Verso 19 está escrito : "Porque do coração procedem os maus pensamentos, mortes, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias. São estas coisas que contaminam o homem- mas comer sem lavar as mãos, isso não contamina o homem".
(Mt 15:18-20; Jó 20:16).
"A boca do justo é fonte de vida, mas a violência cobre a boca dos perversos..." (Pv 11:11) "A boca do justo jorra sabedoria, mas a língua da perversidade será cortada..." (Pv 10:31)

CONCLUÇÃO  ;"Não pode ser puro o coração de alguém cuja língua não é limpa".

Se Deus, através da sua Palavra, adverte-nos de forma insistente quanto ao uso disciplinado da língua, significa que, o que falamos pode ter consequências  eternas.
É importante notar que doenças não separam amigos, crises das mais diversas não separam amigos, mas uma fofoca, um boato podem ser suficientes para separar os grandes amigos. "O que encobre a transgressão adquire amor, mas o que traz o assunto à tona  separa os maiores amigos".

Pastor .José  vanderley  da  silva             
23 de outubro de 2016                    

                                                A.D.T.H.T. G
                              DONS E MINISTÉRIOS
Todas as pessoas que creram no Senhor Jesus, se arrependeram e foram batizadas, tem o Espírito Santo habitando no seu interior. Como resultado dessa  habitação existem algumas consequências na vida do cristão. Deus não vem morar dentro de você para ficar quieto e inerte. Ele vai operar em você e através de você para crescimento e edificação 
Deus tem um supremo propósito de nos fazer semelhantes a seu filho Jesus. Semelhantes em caráter e em poder. E tudo que Ele produz em nós é através de seu Espírito
O Espírito que habita em nós nos faz produzir o fruto do Espírito ( para o caráter ) e manifestar os dons do Espírito ( para o poder ). Deus é quem opera tudo em todos
Devemos buscar equilíbrio entre dons e caráter. Nos  precisamos dos dons mas aliados ao caráter.
Dons do Espirito Santo : Resultado do Espírito Santo habitando em nós. ( capacitação especial para fazer determinadas coisas
        Consequências da habitação do Espírito
Como consequência do Espírito de Deus habitando em nós temos :
1)     O fruto do Espírito  
Está relacionado com a obra do Espírito de imprimir em nós o caráter de Cristo, nos conduzindo a uma vida em santidade, sendo transformados de glória em glória na imagem de Jesus. (2Co 3:18 )
Gl 5:22-23  "Mas o fruto do Espírito é: o amor, o gozo, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade. a mansidão, o domínio próprio; contra estas coisas não há lei."
2) As manifestações do Espírito  Estão relacionadas com a obra do Espírito de manifestar (- revelar, mostrar ) em nós o poder de Deus. Ai então encontramos dons, ministérios e operações ( 1Co 12:4-6 )
Dons
Como função ( atividades ) no corpo   - Rm 12:4-8
4 Porque assim como em um corpo temos muitos membros, e nem todos os membros têm a mesma operação, 5 assim nós, que somos muitos, somos um só corpo em Cristo, mas individualmente somos membros uns dos outros. 6 De modo que, tendo diferentes dons, segundo a graça que nos é dada: se é profecia, seja ela segundo a medida da fé; 7 se é ministério, seja em ministrar; se é ensinar, haja dedicação ao ensino; 8 ou o que exorta, use esse dom em exortar; o que reparte, faça-o com liberalidade; o que preside, com cuidado; o que exercita misericórdia, com alegria.
Como carismas ou virtudes - 1Co 12:6-11
6 E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos.   a manifestação do Espírito é dada a cada um para o que for útil. 8 Porque a um, pelo Espírito, é dada a palavra da sabedoria; e a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra da ciência; 9 e a outro, pelo mesmo Espírito, a fé; e a outro, pelo mesmo Espírito, os dons de curar; 10 e a outro, a operação de maravilhas; e a outro, a profecia; e a outro, o dom de discernir os espíritos; e a outro, a variedade de línguas; e a outro, a interpretação das línguas. 11 Mas um só e o mesmo Espírito opera todas essas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer.
Ministérios
Como conseqüência dos dons  - 1Co 12:  28E a uns pôs Deus na igreja, primeiramente, apóstolos, em segundo lugar, profetas, em terceiro, outores, depois, milagres, depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas
Como ministérios principais no corpo –
 Ef 4:11-13 11 E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores, 12 querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo, 13 até que todos cheguemos à unidade da fé e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo, Os Dons Espirituais
         O que são dons espirituais?
É a manifestação do Espírito Santo dentro de nós, nos capacitando com poder de Deus para realizar uma tarefa segundo a sua vontade.
É uma coisa que acontece entre o seu espírito e o Espírito de Deus e se expressa através da alma e do corpo.
Não confundir o dom do Espírito Santo com dons do Espírito Santo
Dom do Espírito Santo : Pessoa viva do Espírito habitando em nós.
Dons do Espirito Santo : Resultado do Espírito Santo habitando em nós. ( capacitação especial para fazer determinadas coisas )
Quantos dons são ?
Nove dons
Três dons de saber.
Três dons de fazer.
Três dons de falar.
Vamos identificar estes dons :
Dons de saber :
Palavra de sabedoria.
Palavra de ciência ( ou conhecimento )
Discernimento de espíritos.

Dons de Fazer :
Fé.
Cura.
Operação de milagres
Dons de falar
Profecia.
Variedade de línguas.
Interpretação de línguas.
Agora vamos compreender melhor cada um desses dons:
Palavra de Sabedoria
É um fragmento da sabedoria de Deus transmitida a nós pelo Espírito Santo.
É saber o que fazer e falar em determinada ocasião ( solucionar um problema específico )
Ex.: Salomão e as duas mães I Reis 3:16-28
Não está ligado a conhecimento , cultura ou inteligência.
Palavra de Ciência
É quando Deus nos revela através do seu Espírito o seu eterno conhecimento. É uma revelação do que está acontecendo no momento.
Ex.: Pedro com Ananias e Safira    At 5:1-10
Diferença :  Salomão não sabia de quem era o filho até ver a reação das mães. Pedro já sabia , tinha o conhecimento da situação.
Discernimento de Espírito
Entendimento sobrenatural para conhecer a natureza de uma atividade espiritual.
Não é o dom de saber o que se passa na cabeça das pessoas.
Ex.: Paulo e a jovem de Filipos   At 16:16-18
É a fé sobrenatural que é  dada a alguém para realizar um determinado propósito, independente da situação adversa.
É diferente da fé que temos para a salva eu contra a esperança.
Dons de Curar
Para curar doenças através do poder de Deus.
Quando Deus opera seu poder curando uma pessoa de suas enfermidades e dores.
         A cura depende de Deus e da pessoa.
Depende de Deus porque Ele decide quem Ele vai curar e quando. ( ex.: paralítico de Betesda )
Depende da pessoa porque ela tem que ter fé no poder e no amor de Deus para ser curada.  ( Ex.: a mulher que tocou Jesus )
A pessoa que ministra a cura é apenas uma ferramenta que Deus usa para comunicar a cura.
É necessário fé : “ Ainda que eu ore por varias pessoas e nenhuma seja curada eu continuo crendo que Deus cura ”   ( um irmão que tem ministério de cura )
( Ex.: A mulher com cancer , Jamê )
Propósito dos dons de cura:
Libertar doentes e aflitos e destruir as obras de Satanás.
Confirmar a palavra pegada.
Dar testemunho de Jesus Cristo ressurreto.
Glorificar ao Pai.
Operação de Milagres
É uma operação de poder que transcende as leis naturais.
Ex.:  Moisés e o Mar Vermelho, Jesus e acalmando a tempestade e a ressurreição de Lázaro.
A operação deste dom gera uma confiança e autoridade especial.
Fé aliada a autoridade .   Ex.:  Elias e os 400 profetas de baal.
Variedade de línguas
Ex: At 2   - “Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas.”
Em Rm 8:26 diz que :
“… não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inexprimíveis.”
É quando o Espírito de Deus ora através de nós com uma linguagem desconhecida por nós, mas conhecida por Deus.
Tem ora que não sabemos o que orar, então o Espírito ora por nós.
( Não é você , é o Espírito. Ele usa sua boca, mas é Ele que ora. )
Você ora e não sabe o que orou. Pode ter sido por você ou por outra pessoa
Quando você ora em línguas
É como se tomasse um banho por dentro.
É um rio saindo de dentro.
É um banho de alegria.
É a água que transborda pela boca (  “do seu interior fluirão rios de água viva” , “a boca fala do que o coração está cheio”  ).
Interpretação de línguas
É um dom gêmeo do dom de línguas, pois não existe sozinho.
É para explicar o que foi dito em línguas.
Não  é uma tradução. ( Pois a linguagem não é lógica )
É uma forte convicção de que a pessoa disse determinada coisa.
Pode ocorrer também da pessoa falar em línguas e a interpretação ser natural .
( Ex.: pentecostes – cada um os ouvia em sua própria língua. )
Profecia
Profetizar é expressar palavras.
É quando o Espirito Santo usa você para falar à Igreja
Não deve ser confundida com pregação, embora a pessoa possa profetizar enquanto prega. Não é para predizer o futuro. Ela chama a atenção para o presente.
Não é para dar direção pessoal  ( Ex.: casamentos, etc. )
Acerca do Dom de línguas e Profecias   ( I Co 14 )
I Co 14:1-3
“Segui o amor; e procurai com zelo os dons espirituais, mas principalmente o de profetizar. Porque o que fala em língua não fala aos homens, mas a Deus; pois ninguém o entende; porque em espírito fala mistérios. Mas o que profetiza fala aos homens para edificação, exortação e consolação.”
I Co 14:4-6
“O que fala em língua edifica-se a si mesmo, mas o que profetiza edifica a igreja. Ora, quero que todos vós faleis em línguas, mas muito mais que profetizeis, pois quem profetiza é maior do que aquele que fala em línguas, a não ser que também interprete para que a igreja receba edificação. E agora, irmãos, se eu for ter convosco falando em línguas, de que vos aproveitarei, se vos não falar ou por meio de revelação, ou de ciência, ou de profecia, ou de doutrina?”
I Co 14:12-14
“Assim também vós, já que estais desejosos de dons espirituais, procurai abundar neles para a edificação da igreja. Por isso, o que fala em língua, ore para que a possa interpretar. Porque se eu orar em língua, o meu espírito ora, sim, mas o meu entendimento fica infrutífero.”
I Co 14:18-20
“Dou graças a Deus, que falo em línguas mais do que vós todos. Todavia na igreja eu antes quero falar cinco palavras com o meu entendimento, para que possa também instruir os outros, do que dez mil palavras em língua. Irmãos, não sejais meninos no entendimento; na malícia, contudo, sede criancinhas, mas adultos no entendimento.”
I Co 14:26-33
“Que fazer, pois, irmãos? Quando vos congregais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação. Se alguém falar em língua, faça-se isso por dois, ou quando muito três, e cada um por sua vez, e haja um que interprete. Mas, se não houver intérprete, esteja calado na igreja, e fale consigo mesmo, e com Deus. E falem os profetas, dois ou três, e os outros julguem. Mas se a outro, que estiver sentado, for revelada alguma coisa, cale-se o primeiro. Porque todos podereis profetizar, cada um por sua vez; para que todos aprendam e todos sejam consolados; pois os espíritos dos profetas estão sujeitos aos profetas; porque Deus não é Deus de confusão, mas sim de paz. Como em todas as igrejas dos santos,
I Co 14:39-40
“Portanto, irmãos, procurai com zelo o profetizar, e não proibais o falar em línguas.0 Mas faça-se tudo decentemente e com ordem.”
Os dons espirituais de Rm 12
Rm 12:4-8
“Pois assim como em um corpo temos muitos membros, e nem todos os membros têm a mesma função, assim nós, embora muitos, somos um só corpo em Cristo, e individualmente membros uns dos outros. De modo que, tendo diferentes dons segundo a graça que nos foi dada, se é profecia, seja ela segundo a medida da fé; se é ministério, seja em ministrar; se é ensinar, haja dedicação ao ensino; ou que exorta, use esse dom em exortar; o que reparte, faça-o com liberalidade; o que preside, com zelo; o que usa de misericórdia, com alegria.”
Somos Igreja do Senhor, o Corpo de Cristo na terra. Um corpo tem muitos membros, mas nem todos os membros tem a mesma função. Cada um de nós foi colocado no corpo com uma função específica e para cumprirmos esta função o espírito nos concede dons segundo a graça de Deus ( não segundo nossas habilidades e esforços )
Recebemos os dons para servir
Tanto em Romanos quanto em I Coríntios Paulo fala sobre o corpo de Cristo, a Igreja; e em seguida fala sobre os dons.
Ele começa falando que somos o corpo de Cristo, que somos membros uns dos outros, que cada membro tem a sua função e em seguida fala dos dons.
A vida no corpo de Cristo está diretamente ligada com a operação dos dons.
A edificação do corpo se dá pelo próprio corpo de acordo com o fluir dos dons.
O Espírito Santo opera em cada um de nós e capacita a cada um de nós para vivermos no corpo de Cristo de forma abençoadora, edificando os que estão a nossa volta. Quer seja com profecias, palavras, curas, ensino, exercendo misericórdia, servindo, repartindo, em tudo.
É o Espírito Santo que promove os ligamentos do corpo, articulações. Ele é a seiva da videira. ( ex: engrenagem e óleo )
Se quisermos ser cheios dos dons do Espírito temos que nos envolver com a vida do corpo ( igreja ), temos que nos relacionar uns com os outros. Deus não vai nos encher de dons se estivermos isolados, vivendo individualmente e sem relacionamento com os irmãos. Todos os dons que recebemos são para edificação da igreja  (1Co 12:7), somente o dom de línguas é para edificação pessoal (1Co 14:4).
Nós recebemos os dons para servir e nossos relacionamentos e reuniões devem dar lugar ao Espírito Santo para que possamos cumprir este objetivo.
I Pe 4:10-11
“Servindo uns aos outros conforme o dom que cada um recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus. Se alguém fala, fale como entregando oráculos de Deus; se alguém ministra, ministre segundo a força que Deus concede; para que em tudo Deus seja glorificado por meio de Jesus Cristo, a quem pertencem a glória e o domínio para todo o sempre. Amém.”
Qual a função do despenseiro ? Entregar aquilo que está guardado na despensa.
Devemos entregar ( manifestar ) a igreja aquilo que temos recebido de Deus como bons despenseiros, para que todos sejam edificados e  Deus seja glorificado.
Os Ministérios
A palavra ministério vem da palavra grega  diakonia, que quer dizer  SERVIR
MINISTÉRIO  vida de serviço na Igreja.
É quando Deus, em sua soberania, escolhe alguns homens para certas funções. Ele os chama e concede dons para um ministério específico. Este dom é uma graça (capacitação) que alguém recebe para desempenhar determinada função no corpo
Erradamente costuma-se usar o ministério da pessoa como um título para ela ( Pastor fulano , apóstolo fulano, etc. ). Mas os ministérios não são títulos, ou cargos e sim  funções .
Outro erro comum é chamar de ministério determinados cargos dentro da igreja, por exemplo ministério da música, ministério de ação social, ministério da economia, ministério de oração ( orar é tarefa de todos e não função  de alguns ). Não podemos confundir a função que a pessoa tem no corpo com a ocupação de um cargo em uma estrutura.
Os dons ministeriais
         O texto de I Co 12:7-11 fala sobre os dons espirituais,
         O texto de I Co 12:27-31 fala sobre os dons ministeriais
I Co 12:27-31
“Ora, vós sois corpo de Cristo, e individualmente seus membros. E a uns pôs Deus na igreja, primeiramente apóstolos, em segundo lugar profetas, em terceiro mestres, depois operadores de milagres, depois dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas. Porventura são todos apóstolos? são todos profetas? são todos mestres? são todos operadores de milagres? Todos têm dons de curar? falam todos em línguas? interpretam todos? Mas procurai com zelo os melhores dons. Ademais, eu vos mostrarei um caminho sobremodo excelente.”
        
Os dons são dados a cada um de nós em situações específicas, visando edificação. Mas quando o Espírito começa a usar várias vezes o mesmo dom em uma pessoa isso se torna um ministério.
Os ministérios principais da Igreja
Ef 4:4-13
“Há um só corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação; um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos e em todos. Mas a cada um de nós foi dada a graça conforme a medida do dom de Cristo. Por isso foi dito: Subindo ao alto, levou cativo o cativeiro, e deu dons aos homens. Ora, isto-ele subiu-que é, senão que também desceu às partes mais baixas da terra? Aquele que desceu é também o mesmo que subiu muito acima de todos os céus, para cumprir todas as coisas. E ele deu uns como apóstolos, e outros como profetas, e outros como evangelistas, e outros como pastores e mestres, tendo em vista o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo; até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, ao estado de homem feito, à medida da estatura da plenitude de Cristo.”
Quando este texto fala de mistérios está falando de pessoas levantadas por Deus para aperfeiçoar e edificar a Igreja levando-a a conhecer plenamente a Jesus até que ele volte.
Objetivos para com a igreja
•        Aperfeiçoamento dos santos
•        Edificação do corpo
•        Unidade da fé
•        Conhecimento de Cristo
Então, olhando para Ef  4:11 e 1Co 12:28  vemos que os ministérios principais da igreja são quatro: ( Apóstolo, Profeta, Evangelista, Pastor/mestre ).
O ministério de "pastor" não aparece em 1Co 12:28 pois ali os ministérios estão listados de acordo com os dons e pastor não é dom, é função.
Estes são os ministérios do Corpo de Cristo
APÓSTOLO
Apóstolo  enviado
É aquele que lança os fundamentos da vida da Igreja. Trabalha edificando a Igreja nas suas bases.  ( Ex.: Jamê , Marcos )
3 tipos de apóstolos
Os 12 Apóstolos ( que estiveram com Jesus )
Os apóstolos primitivos e fundadores da Igreja  ( como Paulo e Barnabé O ministério apostólico de caráter permanente ( que Cristo segue dando a igreja até que se completa a edificação de seu corpo )
Características
Fundar Igrejas, evangelizar novas regiões.
É um ministério que Deus levanta para trabalhar na base da vida da Igreja, nos princípios da vida da Igreja.
Para restaurar princípios, manter a Igreja na base correta. ( fundamentação )
Trabalha com princípios e não com práticas.
As praticas variam de lugar para lugar, mas os princípios não.
É a autoridade principal na estrutura da Igreja.
Seu ministério é Translocal.
Por exemplo:  Paulo ia para Corinto, pregava o evangelho, fazia discípulos, estabelecia presbíteros ( liderança ) e ia para outro lugar.  Depois ele escrevia para eles e de vez em quando passava por lá para ver como as coisas estavam indo.

PROFETA
É a aquele que aponta a direção para a Igreja.
Enxerga onde a Igreja esta caminhando
Para onde ela deve ir
Tem a visão de Deus para encaminhar a Igreja.
 Não é adivinho, que prevê o futuro, nem determina passos práticos na vida individual dos cristãos )
É um canal de revelação de Deus para a igreja. Ajuda os santos a compreenderem o que foi revelado pelo Senhor.
O profeta pode ser movido mais em palavra de sabedoria, como Ágabo (At 11:27-30;21:10-11) ou em exortação, edificação e consolação, como no caso de Judas e Silas ( At 15:32 ).
EVANGELISTA
É a pessoa que Deus usa para estender o alcance do evangelho e fazer com ele seja obedecido nas diferentes localidades.
As características deste ministério podem ser vistas nas vidas de Felipe e Timóteo
( At 21:8  2Tm 4:15  2Tm 1:6-8  1Tm 3:1-7  1Tm 4:6-13  At 8:12 )
Trabalha com a Igreja preparando o povo, evangelizando, batizando, ensinando a doutrina, estabelecendo presbíteros e corrigindo desvios.
Não é o homem que prega para uma multidão e converte todo mundo.
Fazer discípulos é uma tarefa de todos os filhos de Deus.  ( uma ordem de Jesus )
Evangelista é aquele que traz a visão de Deus para a Igreja obedecer esta ordem.
PASTOR E MESTRE
Pastor e mestre são uma mesma função e ministério. O texto de Ef 4:11 diz: "...a outros pastores e mestres." e não "...a outos pastores e a outros mestres "
O termo pastor é uma expressão alegórica ( figurativa de pastor de ovelhas ) cuja correlação literal seria mestre. O pastor tem ovelhas, o mestre tem discípulos.
O dom que opera no pastor é o dom de mestre, por isso não aparece o ministério de pastor na lista de ministérios de 1Co 12:28 ( que é conforme os dons ).
Quem cuida de vidas também precisa saber ensiná-las.  E se alguém ensina, ensina para edificação e prática.
Todo pastor é mestre e todo mestre é pastor.
Como Pastor:
È o que cuida de vidas. (apascenta)
Tem aliança com o povo
Toca nas vidas, apascenta.
Está envolvido com o povo.
Pastor é uma função e não um cargo ou título.  Por isso não precisamos falar : "pastor Fulano ". ( Não falamos pastor Jesus , mesmo ele sendo o Sumo Pastor )
Nós temos aqui muitos pastores. Todos aqueles que cuidam de vidas são pastores e mestres.
Como Mestre:
É o que ensina a doutrina ( doutor ). Pega as verdades mais difíceis e complicadas e traz de maneira clara para a Igreja entender.
Presbíteros e Bispos
As palavras presbítero, ancião e bispo são usadas no N.T. como mesmo significado.
A palavra presbítero vem de presidir. Eles são responsáveis pelo governo e administração da igreja local. ( todo presbítero é pastor, mas nem todo pastor é presbítero )
Na bíblia, a igreja em uma localidade era governada por um conjunto de presbíteros (o presbitério). Com o tempo, o primeiro dos presbíteros passou a ser chama do de Bispo.
Diáconos :Colaboradores dos presbíteros nas diversas tarefas de administrar a igreja local.
23 de outubro de 2016
Pastor vanderley silva

                                         a.d.t.h.t.g